segunda-feira, 14 de março de 2011

Obrigado Deus



Obrigada Deus. Eu sei que tudo posso. Você me fortalece. Na alegria ou na dor. Eu sei que tudo posso. Você me fortalece. Obrigada Deus... ♪
(Bruna Karla - Obrigado Deus)

Obrigada  por todas as manhãs, obrigada pela chuva e sol.. Obrigada pela Mãe Abençoada que tenho, pelas Irmãs Lindas que me destes. Obrigada por eu ser tua filha Pai. Obrigada pela grandeza dessa vida. Que nem sempre é justa e nem sempre compreendemos. Obrigada meu Deus , obrigada. Por tudo que me tens proporcionado. Momentos de grande alegria. E de tristeza que tenho passado!... Sei que tudo que vem do Senhor. Não é à toa , tem um significado. Só peço que me dê sempre clareza. Para aprender o que é ensinado !... Obrigada Pai.
Xeero minha Gente =]

domingo, 13 de março de 2011

Quando os Amores se Acabam

O mais difícil de entender quando os amores acabam, são os porquês. Porque duas pessoas que se encontraram e se encantaram, viveram um amor que parecia  indestrutível, se separam? Por quê o amor geralmente acaba de um lado só e é o outro que fica chorando e querendo entender as razões? Costumo comparar casais a chave e fechadura. Nem toda chave abre todas as portas e é necessário encontrar aquela exata que vai se encaixar perfeitamente e tudo será possível. Amores deveriam ser eternos, mas nem sempre são. Mas a gente acredita que cada vez que alguém toca nosso coração e entra, que é definitivo. Um casal que se apaixona de início, sem que um tenha tido o tempo de desnudar o outro nas suas verdades, acredita nessa chama e até briga por ela muitas vezes. E cria-se sonhos, planeja-se o futuro… Enquanto isso os dias vão passando, toma-se menos cuidado em manter a magia e a parte dos dois que é mais sonhadora começa a sentir-se incomodada. Dá medo. Medo de ter que olhar bem nos olhos da realidade e dizer: acabou! Medo de ter que confessar a si próprio que ainda não foi aquela vez! Medo da solidão, de ter que recomeçar… Não são as decepções que matam o amor. Se assim fosse, não existiriam perdões e reconciliações. O que mata o amor é simplesmente a tomada de consciência de que o outro não é o ser sonhado. É como acordar depois de um longo sono e lindos sonhos. O outro está ali, é a mesma pessoa, mas aquela neblina que dava a impressão de irrealidade já não mais existe. E isso não acontece da noite para o dia, como se costuma pensar. É algo que vem com os dias, os hábitos, as monotonias. Um percebe, o outro não. Um começa a se sentir angustiado e o outro continua acreditando ou finge que acredita. E quando a gota que faz transbordar o vaso chega é o mundo todo que desmorona. Porém, tudo não fica definitivamente perdido. Sobra de um lado a dor, e os porquês, um resto de amor que teima em ficar no fundo como o vinho envelhecido na garrafa e do outro o coração dividido por não poder reparar erros cometidos e a vontade de continuar em busca de outros horizontes. Sobra para os dois a ternura e a lembrança dos momentos passados juntos. Por que corta-se relacionamentos, mas não se apaga momentos, mesmo que a gente queira. Vivido é vivido, feliz ou infelizmente. Inútil é querer resgatar um amor que resolveu partir pra outras direções. Quanto mais apega-se, mais ele se afasta. E quanto mais se afasta, mais dói no outro a incompreensão. É uma roda da qual é difícil de sair. E é uma pena, pois os corações não merecem isso. Quando a questão é amor, não existe justo ou injusto. Existe o que ama, e o que não ama mais. Precisamos aceitar que o outro não tenha os mesmos sentimentos, mesmo se isso nos faz mal, por que se o amor não for livre para se instalar onde realmente deseja, ele perde toda a razão de ser.

(Autor Desconhecido)
Xeero =]

quinta-feira, 10 de março de 2011

Quando sei que um Amor se torna Obsessão?


      Bem, só mesmo uma psicóloga, ou várias, para me explicar algo tão complexo. Mas vamos começar do começo. Outro dia, eu estava cá com meus botões e reparei: será que esse amor não virou obsessão? Pois bem, já são mais de quatro anos sendo esnobada, ignorada, etc. e tal, coisas desse nível. Errei, confesso, e re-confesso como já o fiz, mas como diz aquele dito, “que atire a primeira pedra aquele que nunca errou”.
       Busquei ajuda na psicologia: Minha primeira “psicóloga” me disse:quando você já deixou de se amar para amar somente a outra pessoa, quando vc deixa de se cuidar pra ter um cuidado muitas vezes por alguém q não nota, quando você só fala nessa pessoa no dia a dia, quando teus pensamentos são voltados todos pra ela pessoa, esses são exemplos de obsessãoPronto era bem isso mesmo... Abri mão de tantas e tantas coisas por ele. Quantas e quantas vezes me peguei com o pensamento nele, sonhando acordada, fazendo planos: “ah, como seria se ele estivesse aqui comigo?” ou “ah, como eu queria ser afagada por ele” e tantos outros pensamentos. 
       Não satisfeita, procurei outra “psicóloga”; essa por sua vez me disse:
  “você é tão linda, não precisa e nem merece isso. Por mais q seja difícil esquecer, você consegue, mas isso você tem que QUERER: esquecê-lo.  Vai ver eu sou linda mesmo e meu amor ainda esta pra chegar. kkkkk’. E por fim, não cheguei à conclusão nenhuma, me tornei obsessiva e estou me tratando, e, como dizem os dependentes, cá estou eu vencendo mais um dia!! (Talvez não fosse amor, vai ver que ele ainda não chegou) =]


Xeero
Flávia Marinho


terça-feira, 1 de março de 2011

Calor Humano Sufoca

Imagine você em um ônibus abarrotado de gente, e começa a chover. E para que as pessoas não se molhem, é necessário que se fechem todas as janelas. Até que chega o momento em que todas essas pessoas juntas começam a formar o chamado “Calor Humano”, e aquilo começa a incomodar, o ar começa a faltar, gera desconforto, irritação, sufoco. E você torce para que chegue seu ponto e você possa descer e respirar ar puro, limpo...

(Não sei se vou aturar. Esses seus abusos. Não sei se vou suportar. Os seus absurdos. Você vai embora. Por ai a fora... Não posso mais alimentar. A esse amor tão louco. Que sufoco! – Sufoco, Alcione)




Flávia Marinho
Xeero