Bem, só mesmo uma psicóloga, ou várias, para me explicar algo tão complexo. Mas vamos começar do começo. Outro dia, eu estava cá com meus botões e reparei: será que esse amor não virou obsessão? Pois bem, já são mais de quatro anos sendo esnobada, ignorada, etc. e tal, coisas desse nível. Errei, confesso, e re-confesso como já o fiz, mas como diz aquele dito, “que atire a primeira pedra aquele que nunca errou”.
Busquei ajuda na psicologia: Minha primeira “psicóloga” me disse: ‘quando você já deixou de se amar para amar somente a outra pessoa, quando vc deixa de se cuidar pra ter um cuidado muitas vezes por alguém q não nota, quando você só fala nessa pessoa no dia a dia, quando teus pensamentos são voltados todos pra ela pessoa, esses são exemplos de obsessão’ Pronto era bem isso mesmo... Abri mão de tantas e tantas coisas por ele. Quantas e quantas vezes me peguei com o pensamento nele, sonhando acordada, fazendo planos: “ah, como seria se ele estivesse aqui comigo?” ou “ah, como eu queria ser afagada por ele” e tantos outros pensamentos.
Não satisfeita, procurei outra “psicóloga”; essa por sua vez me disse:
“você é tão linda, não precisa e nem merece isso. Por mais q seja difícil esquecer, você consegue, mas isso você tem que QUERER: esquecê-lo”. Vai ver eu sou linda mesmo e meu amor ainda esta pra chegar. kkkkk’. E por fim, não cheguei à conclusão nenhuma, me tornei obsessiva e estou me tratando, e, como dizem os dependentes, cá estou eu vencendo mais um dia!! (Talvez não fosse amor, vai ver que ele ainda não chegou) =]
Xeero
Flávia Marinho